{ Resenha } 3% (Três por cento)


Titulo: 3% (Três por cento)

Ano de lançamento: 2016

Status: Em produção

Gênero: Ficção / drama

Classificação: 3/5



Essa foi a primeira série totalmente brasileira produzida pela Netflix. A primeira temporada é bem curta, com oito episódios com quarenta minutos cada um. Com uma história distópica, quem lê a sinopse pode até acha-la parecida com outras séries do mesmo tema, como "The 100" "Jogos Vorazes" "Divergente"... Porém eu vejo uma diferença entre a série 3% e essas outras: Em 3% os jovens tem a chance de escapar da vida de miséria que eles tem. 
Quando comecei a assistir demorei um pouco a me interessar pela trama, as vezes achando a história até um pouco massante. Até começar a entender o jogo político por traz de tudo o que acontece. 

Tudo começa com uma seleção, onde cada jovem de 20 anos de idade tem a chance de escapar da miséria total e passar a viver no "Maralto", um lugar com promessas de riqueza, fartura, paz... 
O processo seletivo é comandado por Ezequiel, que ao mesmo tempo que tem de comandar todo um processo, tem de se livrar da perseguição de alguns membros do conselho do "Maralto" que acha a sua forma de seleção um tanto extrema. É enviada, então, uma mulher para avalia-lo durante esse processo. Mas com um detalhe: ela quer tomar o lugar dele. E embora eu goste mais de "ação", a série me prendeu justamente por esse jogo político, onde ninguém sabe em quem pode confiar. E isso vale, também, para os candidatos. 

Isso porque, durante o processo de seleção para ver quem vai se tornar parte dos 3% e ir para o "Maralto", eles tem de passar por provas, algumas individuais e outras em grupo, mas cada um com sua personalidade, seu caráter e seus objetivos. Com o desenrolar da trama, o tele espectador começa a obter mais detalhes de cada personagem, e a partir desse ponto começa a torcer pela vitória de uns, e morte de outros. (Esse foi o meu caso. Sim, eu torci pela morte de alguns).
Juntando a tudo isso, ainda existe um grupo de rebeldes que acha o processo algo totalmente injusto e quer, a todo custo, acabar com o processo de seleção e dar, a toda população, uma vida mais justa. 
A série retrata bem a vida do cidadão brasileiro na atualidade. Tirando esse processo seletivo, claro, que na vida real não existe, nós vivemos em um mundo totalmente injusto, onde poucos tem muito, e muitos tem quase nada. 

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